Sustentabilidade Humana

O ser humano por sua própria natureza é sutentável. Mas, também, pela mesma natureza pode tornar-se degradável e, até, descartável. Dotado do livre arbítrio ele pode optar pelo direcionamento do próprio destino. Tudo depende dele. A inteligência, o pensamento, a vontade, a fé e os sentimentos estão em seu interior. Ele até pode contar com forças externas, como a graça divina, mas terá que abrir-se para ela. A possível sustentabilidade do ser humano é o objeto primeiro desta página.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PARA EDUCAR É NECESSÁRIO AMAR

RESUMO O ser humano sua vida são o maior milagre que aconteceu na face da Terra. Ele porém precisa ser educado para que tenha o caráter formado. Somente através do amor é que se pode realizar uma adequado educação formal do Homem.O pensamento humano deve ser educado, porém o processo educativo tornar-se-á perfeito e o homem completo, se houver, entre todos, o verdadeiro amor. Somente educa quem verdadeiramente ama. PALAVRAS CHAVE Ser Humano - vida - inteligência - intelectualidade - memória - educação - escola - ano letivo -formação - caráter - professor - amor PARA EDUCAR É NECESSÁRIO AMAR O ser humano é uma criatura frágil e complexa. Mas, também, a maior, a mais completa e perfeita de toda a criação. Uma obra de arte, um espetáculo, um mistério, um milagre. Se existe milagre sobre a Terra é a vida humana. Dotado de uma inteligência tão importante e poderosa, como o próprio espírito, é a intelectualidade humana. Todo o complexo racional possui compartimentos que formam um verdadeiro laboratório de criação, análises e guarda de impressões. Sua memória, sem limites, capaz de armazenar quantidades infinitas informações e dados, eleva o homem à categoria de ser pensante, a marca que os distingue das outras criaturas. O pensamento humano, porém, precisa ser educado para ser correto e aperfeiçoado. A educação é a mais importante e necessária forma de aprimoramento do pensamento. Possibilita crescimento intelectual e o desenvolvimento de habilidades profissionais através da inteligência e da vontade, que torna o homem um ser de pensamentos claros, decididos, fortes, entusiásticos, progressistas, críticos e corajosos. Essa desenvoltura humana é impingida e burilada nos bancos escolares. A escola, como prolongamento da família, ainda é, o segundo maior e melhor fator de formação de caráter para as pessoas. O primeiro é a família Na educação formal, pelo menos três elementos são essenciais, o professor com seu cabedal de conhecimento; o aluno com sua curiosidade intelectual e a escola com os recursos mínimos necessários. Contudo, a chave de todo o processo educacional é o professor. Por ele passa o conteúdo programático organizado e a prática do saber e da cidadania. O professor inserido na questão da educação, ao mesmo tempo em que ensina, é também, modelo de vida para seus alunos, assim como são seus pais. Está se iniciando em todo o Brasil o ano letivo, pelo menos na maioria das escolas de curso fundamental e médio. Como é gratificante ver os alunos, uniformizados e ávidos pela necessidade do conhecimento, retornando às suas escolas. E os professores, bem preparados, cultos, equilibrados, imparciais, críticos, amigos, com seus conteúdos e material de apoio em dia, também ávidos e eufóricos por ensinar e ser exemplo. As escolas, antecipadamente preparadas, um ambiente gostoso, arejado, limpinho, agradável e bem equipado, onde os servidores trabalharam com amor para propiciar um lugar que seja o prolongamento do lar dos alunos, afinal a escola foi construída para eles. A harmonia das cores, o aroma das flores plantadas ao redor do pavilhão. As cores das bandeiras e o sorriso sincero e cativante dos profissionais de apoio recepcionando os alunos. Tudo isso pode criar o clima desejável e propício para que o pensamento humano seja educado, porém o processo tornar-se-á perfeito e o homem completo, se houver, entre todos, o verdadeiro amor. Somente educa quem verdadeiramente ama.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA PARA A VIDA E PARA O PLANETA*

A vida é o maior prodígio acontecido em toda história do Universo. Tudo o que se possa imaginar de precioso e enigmático se encerra na vida. O ser humano é o mais importante e perfeito resultado do misterioso milagre da vida. Uma valiosa obra de arte, um espetáculo, o mais impressionante show da natureza, a "menina dos olhos" de Deus. O homem, detentor da vida, é o pivô da criação. No entanto, essa magnífica obra do Criador não nasce perfeita nem totalmente acabada, necessitando de complementação e aperfeiçoamento. A pessoa humana deverá ser construída, ao longo da própria existência, nas suas principais dimensionalidades intelectuais, psicológicas e sociais. Para tanto, o homem deverá ser educado, para administrar o temperamento, fortalecer o caráter, compor a própria personalidade, aprimorar os relacionamentos e estabelecer um caminho de equilíbrio e empatia com a natureza. Mesmo com toda perfeição de criatura privilegiada, que lhe é peculiar, o ser humano é frágil, complexo e limitado. Em sua caminhada existencial necessita de amparo, apoio, segurança externa e orientação para manter-se vivo, saudável e ativo. Essa vitalidade requer, também, uma consciência esclarecida acerca de tudo o que envolve a vida humana, desde seu nascimento até a morte. Essa consciência somente se adquire a partir de um movimento interior da racionalidade, que culmina no processo do conhecimento, passando do costume rudimentar ao hábito dinâmico para chegar a uma cultura arraigada de boa convivência com outros seres e com o meio ambiente.Embora dotado de uma inteligência diligente e eficiente, equiparada ao próprio espírito, a intelectualidade do homem precisa ser sempre exercitada. Todo o complexo racional da pessoa possui compartimentos virtuais, que formam um verdadeiro laboratório de colheita, análise e armazenagem de impressões que vão sendo colhidas a cada fração de segundos em sua vida ativa. A memória humana, sem limites, capaz de armazenar quantidades infinitas informações e dados, levando o homem à categoria de ente pensante, a marca que o distingue das outras criaturas. O pensamento humano, porém, precisa ser educado para aproximar-se o mais possível da verdade e ser feliz.A partir da aquisição do conhecimento, do exercício do saber e da conquista da cultura, o ser humano passa ter um relacionamento mais comprometido, autêntico e respeitoso com toda natureza, utilizando-a adequadamente para seu próprio benefício e para bem de seus semelhantes. Passa ter consciência que a transformação da matéria prima extraída do meio ambiente para industrialização de bens e produtos não deverá ser prejudicial ao ecossistema nem aos seus semelhantes. Quem pode preservar ou destruir o Planeta é o próprio homem. Preservar ou destruir dependerá de como for educado. A educação é a mais importante e necessária forma de aperfeiçoamento do pensamento e da vivência humana. Possibilita o crescimento intelectual e o desenvolvimento de habilidades profissionais através da inteligência e da vontade, que transforma o homem um ser de idéias claras, definidas, fortes, entusiastas, progressistas, críticas, corajosas e coerentes. Essa desenvoltura humana é impingida e burilada nos bancos escolares. A escola, como prolongamento da família, ainda é, o segundo maior e melhor fator de formação de caráter para as pessoas. O primeiro é a família. No sistema educacional, pelo menos três elementos são essenciais, o professor com seu cabedal de conhecimento; o aluno com sua curiosidade intelectual e a escola com os recursos mínimos necessários. Contudo, a chave de todo o processo educacional é o professor. Por ele passa o conteúdo programático organizado e a prática do saber e da cidadania. O professor inserido na questão da educação, ao mesmo tempo em que ensina, é também, modelo de vida para seus alunos. Está se iniciando em todo o Brasil o ano letivo, pelo menos na maioria das escolas de cursos fundamental e médio. Como é gratificante ver os alunos, uniformizados e ávidos pela necessidade do conhecimento, retornando às suas escolas. E os professores, bem preparados, cultos, equilibrados, imparciais, críticos, amigos, com seus conteúdos e material de apoio em dia, também ávidos e eufóricos por ensinar e ser exemplo. As escolas, antecipadamente preparadas, um ambiente gostoso, arejado, limpinho, agradável e bem equipado, onde os servidores trabalharam com amor para propiciar um lugar que seja o prolongamento do lar dos alunos, afinal a escola foi construída para eles. A harmonia das cores, o aroma das flores plantadas ao redor do pavilhão. As cores das bandeiras e o sorriso sincero e cativante dos profissionais de apoio recepcionando os alunos. Tudo isso pode criar o clima desejável e propício para que o pensamento humano seja educado, porém o processo tornar-se-á perfeito e o homem completo, se houver entre todos, o verdadeiro amor. Somente educa quem verdadeiramente ama, porque educar é construir pessoas felizes. Pessoas felizes preservam a vida, respeitam a natureza e constroem a paz.
*Publicado na Revisata Panorama Ambiental: http://www.panoramaambiental.com.br/?pg=artigos&id=1007

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ÚLTIMO DESEJO*

Naquele abençoado último ano do Milênio, eu completaria, em maio, quarenta e sete anos de idade. Em janeiro iniciara um, tão sonhado, Curso de Doutorado. Membro de uma belíssima e encantadora família. Minha esposa, professora de Língua Portuguesa, recém formada em Direito. Meus dois filhos, um com doze e o outro com quinze anos, respectivamente. Grandes projetos pessoais, um futuro brilhante e promissor na vida profissional, prometiam fazer de mim o homem mais feliz do mundo. A vida me sorria, como o maior presente que recebi de Deus.Porém, qual uma espessa cortina negra, caiu-me diante dos olhos o anátema do médico anunciando, após alguns exames, que eu estava com câncer. Era um nódulo de aproximadamente cinco centímetros e, provavelmente, maligno, localizado no interior da bexiga. A ordem era que eu procurasse um hospital de oncologia, o mais breve possível. Foi como dizer que tudo estava acabado. Vi a morte nos próximos seis meses. A princípio não tive coragem de contar para a família. Minha esposa, quando tomou conhecimento, abandonou tudo e acompanhou-me naquela dolorosa “via crucis”. Depois da terceira cirurgia, a equipe médica do primeiro hospital orientou-a para que voltasse para casa e cuidasse dos filhos e da vida, porque meu organismo não tinha mais forças para resistir. Iriam fazer uma nova cirurgia apenas para desencargo de consciência, como manda a ética médica. Não desistimos. Contra tudo e contra todos, minha esposa sozinha, me transferiu para outro hospital. Mais vinte e poucos dias de UTI e a quarta cirurgia. A esperança voltava acender-se em nosso coração.Durante o tempo de agonia, o que me marcou muito foi o fato de um dia ter manifestado, a um casal de enfermeiros, que meu último desejo seria tomar um banho de cachoeira. Estava a três semanas sem poder colocar uma gota de água na boca. No outro dia, na hora do banho de leito, eles apareceram com uma grande bacia e um jarro de água natural. Posicionaram minha cabeça fora do leito e pediram que eu imaginasse estar debaixo de uma grande cachoeira. Confesso, ainda com lágrimas de gratidão, que foi o mais belo banho de cachoeira que lembro ter tomado em toda minha vida. Aqueles anjos me fizeram ver que "viver é melhor que sonhar". Hoje, quando escrevo este texto, estou com cinqüenta e dois anos, completamente vivo e feliz.
*Texto enviado para concurso em 2004

sábado, 16 de outubro de 2010

O LENITIVO DA ALMA

O mundo corre mais de pressa nos últimos tempos. Exemplo disso são as eleições que acontecem de dois em dois anos no País. Há algum tempo atrás, não muito, a apuração dos votos demorava dias, em alguns casos até semanas. Hoje, em poucas horas ou minutos já se tem conhecimento do resultado. E os homens, ou melhor, nós mais antigos, experimentávamos as emoções provocadas pelas incertezas do resultado por mais tempo. A demora nos possibilitava momentos mais fortes e duradouros de alegria, entusiasmo ou aflição e dor. Hoje não se tem mais nem tempo de se emocionar. Quando vem a vontade de chorar de tristeza ou de alegria por algum fato ocorrido ao nosso redor, pronto tudo passou e fica somente o nó na garganta. Ninguém tem mais tempo de comemorar. Esses e outros tantos sinais de progresso do mundo hodierno, fazem com que os seres humanos, que não evoluíram tanto assim, se percam na caminhada, não conseguindo acompanhá-lo. E o homem acaba ficando estressado, depressivo e doente. Não há corpo, nem alma que agüente. Mas o que, de fato, está acontecendo com a humanidade atual, é algo mais simples do que se imagina, diferente da complicação que pretendem os que se beneficiam e têm considerável lucro com o sofrimento das pessoas que compõem o quadro da comunidade mundial. O ser humano está esquecendo de si mesmo e vivendo na ilusão em relação ao auto conhecimento, o auto respeito e a auto estima. Ou seja, pensa que conhece a si mesmo, pensa que se compreende, pensa que se aceita e, no entanto, vive ludibriado com falsas orientações da própria consciência e de pessoas de fora que, descobrindo tal deficiência humana, aproveitam-se e vendem caro suas próprias teorias, sem nenhuma garantia comprovada de sucesso, sejam em livros, organizações ou pessoas físicas, das mais diferentes procedências e ideologias. O homem passa maior parte de sua existência correndo atrás do prejuízo ou de pré-juízos, (superstições e mitos). Sua busca é tão intensa que acaba esquecendo de viver. Trabalha, estuda, participa da sociedade, se interessa e se preocupa com tudo e esquece de si mesmo. Começa interpretar papéis diferentes e quando menos espera, não lembra mais de sua verdadeira e própria personalidade. Aí começam as distorções de pensamento e uma luta abrupta se desencadeia em seu interior. Ficam latentes os princípios de contradição e começam acentuar-se os descontentamentos pessoais com tudo o que acontece ao seu redor e com as pessoas que lhes são mais próximas. Em verdade o que está ocorrendo é uma perda de identidade. O homem não sabe mais lidar consigo mesmo. Seus relacionamentos inter, intra e extra pessoais começam ruir. Ele chega a afirmar que ninguém lhe compreende e não o aceita. Passa viver um clima solitário. Está no meio das pessoas, mas vive em completa solidão. Não se reconhece, não se respeita e não se ajuda. De certo tempo em diante começa distorcer o sentido das verdades e de algumas forças, como por exemplo, o amor. O amor, por si só, é uma força poderosíssima e tem um único significado. Mas os homens vão lhe atribuindo outros sentidos, conforme lhes convém. Amor egoísta, algumas pessoas pensam que amar é tomar posse do outro e lhe sugar o que for possível. Amor interesse, algumas pessoas somente amam porque o outro poderá oferecer-lhes algo em troca. Amor invejoso, algumas pessoas agem somente motivadas pelo ciúme. Têm medo de perder o que pensam ter possuído. Poderíamos seguir com uma lista infinda de exemplos, mas o importante é compreender que somente o verdadeiro amor poderá curar e salvar a humanidade. Refazer o homem humanitário está nas mãos das pessoas que amam. E a guerra santa do amor restabelecerá a paz no espírito e nos corações de toda pessoa que sofre. O amor é o lenitivo da alma.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

UM PRESENTE PARA O MENINO JESUS*

O vento era gelado. Subia pelos pés, calçados com “chinelos de dedo” tão gastos, que dava para sentir o calçamento de pedras ou cascalho que recobriam parte das principais ruas da cidade de Guarapuva no Paraná. Foi no ano de 1963. O frio chegava até acima dos joelhos, onde se encontrava com as barras da calça curta que usava. Subia pelas mãos até às mangas da camiseta, propaganda de bebidas. Batia os dentes e não conseguia segurar o corpo, que tremia com as rajadas do minuano soprando do Sul. Segurava-se na soleira da vitrine e contemplava, com os olhinhos vidrados, cheios de esperança, a quantidade enorme e variada de brinquedos, que rodeavam um Papai Noel de gesso, que lhe transmitia um sorriso falso, pré-fabricado, dando a entender que aqueles brinquedos já estavam destinados a outras crianças de melhor sorte. E, mais uma vez o menino suplicava, por meio do olhar e da imaginação, sem poder falar, o seu direito em ter um mínimo de alegria, como a grande maioria de seus semelhantes, naquela noite venturosa.Antoninho, (era o nome dom menino), ficou ali por longos minutos, talvez não pelo desejo de querer um daqueles presentes, mas pela falta de coragem inconsciente, em voltar para casa, sabendo que a única ceia que teria, seria um resto de feijão, arroz, dois pedacinhos de lingüiça e farinha de milho, que a mãe guardara do almoço. Estava cansado, trabalhara o dia inteiro, engraxando sapatos, vendendo sorvetes, jornais e flâmulas de times.Encontrava-se no centro da cidade e sua casa era numa vila distante, há uns quatro ou cinco quilômetros dali. Tinha medo, não da distância, que estava acostumado a caminhar todos os dias, mas por ter que chegar a casa. Encontraria o pai triste, por não ganhar dinheiro suficiente, nem para comprar comida, quanto mais para algum presente. Medo em ver a mãe rodeando aquele fogão encarvoado para esquentar o resto de comida ao filho. Sabia que ela, também, ainda estava com fome e exausta por trabalhar o dia inteiro, cuidando dos outros filhos, inclusive sofrendo porque os dois menores estavam muito doentes. Medo de ouvir o pai desabafando para a mãe a triste situação financeira pela qual passavam. Medo em ter que dormir no chão, num colchão fininho, perto da parede cheia de frestas por onde passava o vento e poderia passar, também, algum animal peçonhento. Medo de ver a mãe chorar mais uma vez e o pai com as mãos sobre a testa, pensando em questões sem soluções.Despediu-se do Papai Noel de gesso rodeado de brinquedos e encontrou muitas outras pessoas de pedra pelas ruas, por onde caminhava e pensava, “o que poderia comprar com os dois cruzeiros que conseguira ganhar naquele dia de trabalho”? Parou em frente à Igreja. Estava aberta. Perto do altar havia um Presépio. Ajoelhou-se, rezou como sabia e cumprimentou o Menino Jesus de porcelana. Encontrou no bolso uma moedinha e ao lançá-la na caixinha aos pés de São José, disse para Nossa Senhora, que estava ao lado, “este é meu presente a Jesus para ajudar a senhora comprar umas roupinhas, para que ele não passe frio igual a tantas crianças no mundo”.Deitado, com os pés ainda gelados pelo frio, mas em seu coração quentinho havia preparado um lugar para Jesus nascer. Faltavam quinze minutos para a meia noite. Ele esperava o sino da igreja anunciar o Natal. Não agüentou, o cansaço era tanto, que superou sua ansiedade e suplantou, também, suas dores físicas e emocionais. Antoninho adormeceu e sonhou que Jesus lhe dissera: “obrigado pelo presente que você me deu”.*(Fato real adaptado da vida do autor) Publicado no site: O Melhor da Web em 16/12/2008 Código do Texto: 8777